Foi nas raízes indígenas, no idioma Quéchua falado pelos índios da região dos Andes, que encontramos o significado que traduz a missão do AYA Instituto: alma, espírito.
"AYA" denota a alma humana, a natureza intermediária entre o divino e o mundo, entre o sensível e o inteligível e exerce funções que são independentes entre si: a conservação do corpo, a proteção do corpo e a busca do conhecimento, que é parte espiritual e imortal.
Para Platão, existem os meios de adquirir conhecimento e existe o conhecimento propriamente dito, que resulta de uma operação do pensamento. A “fricção” entre esses dois meios nos conduz ao um terceiro: a aspiração da nossa alma em busca do saber e do conhecimento.
Santo Agostinho diz que a alma humana, por natureza, é sedenta do saber e do conhecer, e em sendo assim pode-se dizer que os ignorantes estão com a alma em jejum e famintos, enquanto que os sábios possuem os espíritos mais plenos, livres e saciados. Assim como o corpo pode receber alimentos bons e saudáveis ou maus e funestos, assim também a alma. O bom alimento é o verdadeiro conhecimento - o mau alimento é o erro de não conhecer.